terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

(des)Promoção Turística



Através de um alerta "blogger", já tive acesso ao dito panfleto (des)promocional, da Aldeia Histórica de Marialva.

Palavras para quê? Quando uma imagem vale mais que 1000 palavras, vejamos:

  • Brasão de Vila de Mêda;
  • Café inexistente;
  • Números de telefone trocados etc, etc.

E pior, tanto quanto fui informado, estes panfletos foram mandados elaborar a uma empresa do ramo, pela nossa autarquia, há sensivelmente 3 ou 4 meses atrás para distribuição aos turistas que nos visitam, no posto de turismo de Marialva.

Meus amigos, se o erro é da empresa, que o corrijam e sem custos; se é dos responsáveis autárquicos, é de lamentar mais esta falha imperdoável na área da promoção turística do nosso concelho.

Continuamos a ser muito primários, enfim...

Eu até avisei...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Curiosidades...




Estes placards informativos, que se encontram em todas as Auto-Estradas do nosso País, estão seguramente desde Julho de 2008, com um outro painel, a amarelo, a informar-nos o seguinte: "Brevemente indicação de preços"

Até quando Sr. Ministro da Economia?

Acham que o brevemente se transformou em futuramente?


Pagamos, nós, portagens e impostos para isto!


Eu até avisei...

E agora PPD/PSD? (II)...


O comentador político e ex-dirigente do PSD, Marcelo Rebelo de Sousa, criticou, no domingo, a estratégia de Manuela Ferreira Leite, considerando que os erros da actual líder estão a levar o partido para um "ponto sem retorno".

"O PSD deixa de concorrer para ganhar e passa a concorrer como o PP, o PCP e o BE para perder por poucos ou para tirar a maioria ao PS", disse Marcelo Rebelo de Sousa, domingo à noite na RTP.

Será que eu já tinha razão, quando, na última reunião da CPS/PSD Mêda "contra ventos e marés" decidi apoiar o dr. Pedro Santana Lopes para líder do PPD/PSD?!

Eu até avisei...

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Para quem "usa" devisas...


A História: Um agente nazi é promovido e muda-se com a sua família para uma casa longe de Berlim e que se situa a poucos metros de um campo de concentração de judeus do qual será encarregue. O seu filho mais novo, Bruno, de 8 anos,pese embora, as barreiras colocadas pelos pais, depressa descobre o caminho até ao que julga ser uma quinta e, através do arame farpado, faz amizade com um menino da sua idade, schumel, judeu.


O Melhor: A fortíssima história e a simplicidade com que Mark Herman a filma. A interpretação de Asa Butterfiled e Jack Scanlon, dois pequenos grandes actores; Vera Farmiga também é muito boa como a mulher do agente nazi. O inesquecível final.


O Pior: O filme custa a arrancar, mas quando arranca facilmente nos prende a atenção. Confesso que não gosto de David Thewlis, que aqui faz de pai, acho-o sempre irritante, o que no presente caso até ajuda à história.


Veredicto Final: Decididamente um dos filmes mais fortes que vi nos últimos anos. É brilhante a economia de meios com que Herman filma e o facto de nunca recorrer a cenas chocantes para atingir os seus fins. Psicologicamente forte, é daqueles filmes que dificilmente nos esqueceremos. Há muitos filmes sobre o holocausto nazi, mas o facto de aqui tudo ser visto pelo olhar de uma criança de 8 anos, dá-lhe uma dimensão que muitos, que exercem o poder, falham em atingir.

A não perder!


Eu até avisei...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Nós por cá(V)


Assim vai o "Marketing Turístico" do nosso concelho...

A Expomêda já se realizou há cerca de 3 meses e o que continuamos a "oferecer" aos turistas que nos visitam são: outdoors a divulgar e/ou promover este evento, que teve lugar em Novembro de 2008.
Meus Deus!!! O que eu me fartei de vociferar em altos decibéis para avisar que estes "outdoors," que se encontram em alguns locais estratégicos das entradas do concelho de Mêda, fossem actualizados em função das várias actividades do Munícipio.

Só assim, conseguiremos dar a ideia de um concelho moderno, dinâmico e apostado no empreendedorismo turístico.

Eu até avisei...

domingo, 1 de fevereiro de 2009

E agora PPD/PSD?


Quem será o próximo candidato
do PSD à Câmara Municipal de Mêda?

Jorge Saraiva
12 (5%)


Paulo Amaral
44 (21%)

João Mourato
42 (20%)

Outro
110 (52%)

Votantes: 208


Em análise aos resultados da votação, que decorreram neste blog entre os dias 28 de Dezembro de 2008 e 29 de Janeiro de 2009, sobre quem deve ser o candidato doPPD/PSD à Câmara de Mêda, apraz-me dizer o seguinte:


1- Agradecer aos 208 Medenses que, desta forma, quiseram pronunciar-se sobre quem deve ser o candidato do PSD à nossa Câmara.


2- Depois, dizer que fiquei surpreendido com o elevado número de participantes nesta votação.


3- Relativamente aos resultados propriamente ditos, quanto a mim, estão cheios de algumas pequenas surpresas, se não vejamos:
O actual Presidente da Câmara (Dr.João Mourato) 1º eleito nas autárquicas de 2005, com 42 votos ficou em 3º lugar;
O actual Vice-Presidente (Dr. Jorge Saraiva) 2º eleito nas autárquicas de 2005, com 12 votos ficou em 4º lugar;
O actual Vereador (Paulo Amaral) 3º eleito nas autárquicas de 2005, com 44 votos ficou em 2º lugar;
O “ Outro ” com 110 votos ficou em 1º lugar.
Constatamos então que a totalidade de votos de este que venceu a “eleição” é superior à de todo o executivo da maioria PSD eleito nas autárquicas de 2005, com 12 votos de diferença.

Estes resultados reflectem qual realidade?
Saturação do actual presidente?
Vontade de mudança?
O fechar de um ciclo?
Falta de liderança?
Falta de capacidade na gestão de pessoas?
Falta de visão estratégica para a modernização do nosso concelho?
23 anos de exercício autárquico?


São estas as dúvidas que gostaria, se estes assim o entenderem, que os dirigentes e militantes do meu PPD/PSD a nível local e distrital analisassem e respondessem, nesta fase crucial para o nosso concelho.
Talvez seja oportuno darmos a possibilidade a todos os militantes da Secção do PPD/PSD Mêda de poderem escolher o seu candidato à câmara, no sistema de directas, um militante, um voto, uma opinião.

Uma palavra de agradecimento ao Dr. João Mourato, actual presidente da Câmara de Mêda, por toda a sua obra (muita e boa) edificada e desenvolvida ao longo destes 23 anos enquanto presidente. Foi sem dúvida um “autarca modelo” do pós 25 de Abril, mas nos tempos hodiernos do poder local, que em nada se coadunam com o passado recente, teremos que ter um "autarca modelo" com um perfil capaz de vencer os desafios autárquicos do século XXI. E, na minha opinião, esse já não é o perfil do Dr. João Mourato.

Na política, como nas nossas vidas, uns têm mais futuro que passado, e o nosso amigo Dr. João Mourato, tem mais passado que futuro.

Eu até avisei…

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Em jeito de esclarecimento(II)

Por entender, que são estes os princípios orientadores para o nosso concelho, tomo a liberdade de postar, o comentário do meu amigo Aires do Amaral.
"Caro Fernando,
Antes de lançar a discussão de ideias propriamente dita, quero tecer alguns comentários ao que aqui foi escrito pelo/a "Bruxo de Fafe".
Em primeiro lugar, o meu nome é Aires do Amaral e por isso nunca "Salvador da Pátria" – e muito menos SALVADOR no sentido Divino.
Em segundo lugar, é inteiramente verdade e por mim completamente assumido que já dei o meu apoio político a candidaturas do Dr. João Mourato. E depois?
Por último, remeto à minha primeira participação, “não podemos nem devemos bater sistematicamente no passado sem termos uma alternativa construtiva futura”. Hoje quero acrescentar : Não devemos entrar nos ataques pessoais.
Posto isto, passo então aquilo que é verdadeiramente importante.
Depois de analisar os teus dois últimos temas, Turismo e Economia Local, ganhei ânimo e achei por bem dar continuidade aquilo que havia iniciado há dias.
Estes dois Temas são sem dúvida fulcrais, embora bastante distintos e com tratamentos completamente diferentes quando se aborda a questão do desenvolvimento do Concelho da Meda. Isto porque o Turismo terá o tratamento de Cluster como pólo importante na actividade económica futura do nosso Concelho, enquanto o segundo se debruça sobre a saúde das nossas empresas locais e das suas Gentes, pois delas depende o emprego bem como uma parte significativa do Investimento Privado futuro na nossa região.
Isto lança-nos para uma discussão mais alargada. Que temas devemos tratar num projecto do séc.XXI para o crescimento e desenvolvimento do Concelho da Meda e Suas Gentes no Futuro?Para começar, este projecto tem que estar destinado para as PESSOAS, como tão bem sugeriu o comentário anónimo que passo a citar: “O problema é que para tomarem medidas dessas teriam que sentir os problemas das pessoas...”
No meu entender são sete os Temas Estratégicos que incontornavelmente tem impacto directo no desenvolvimento no nosso concelho:
- Educação
- Saúde
- Agricultura
- Turismo
- Grandes Obrigações Sociais
- Ambiente
- Economia Local
Qualquer um destes temas terá que ser tratado na perspectiva de potenciar o crescimento económico na região, fixar as Pessoas e inclusivé atrair novas Pessoas e Investimento ao nosso Concelho.
O tema do Turismo é claramente uma das questões-chave no crescimento económico do nosso Concelho. Qual o actual ponto de situação? A resposta a esta questão obriga à seguinte análise:
- Qual o actual enquadramento do nosso Turismo?
- Qual a nossa actual capacidade instalada?
- Para que segmento de mercado estamos actualmente direccionados?
- Que produtos oferecemos na actualidade?
- Que Investimento Privado e Público foi realizado até ao actual momento?- Porque somos actualmente um destino turístico?
- Quem nos visita de passagem ou por casualidade?
- Na actualidade relacionamos os produtos que oferecemos com os outros Temas Estratégicos?
- Quais os Canais de Distribuição utilizados actualmente?
- Qual o Impacto da actual crise económica na actual capacidade instalada?
- Qual o impacto económico que o actual investimento tem na economia local?
- Quem é a nossa concorrência na actualidade?
Digamos que através deste exercício ficamos efectivamente a saber onde nos encontramos actualmente, ou melhor, obtemos uma radiografia da situação actual.
O passo seguinte neste exercício consiste em abordar esta questão numa óptica futura tendo sempre presentes os três objectivos acima referidos (potenciar o crescimento económico, fixar as Pessoas, atraír novas Pessoas e Investimento). Aqui creio ser importante dividi-lo em duas fases de análise distintas: uma primeira fase destinada à capacidade instalada existente como forma de melhoria e posicionamento estratégico futuro; a segunda fase passa por estudar a capacidade futura desejada. Isto é, chegarmos à AMBIÇÃO do nosso projecto.
Feito isto podemos finalmente elaborar o Plano Estratégico de Negócio, que tem necessariamente de incluir a nossa visão do negócio suportada por projecções económicas (estimadas no Futuro). Deixo no ar o Plano Estratégico de Negócio, até para que cada um dos participantes possa exercitar as suas ideias.
Este Cluster, tal como todos os outros, carece posteriormente de estudo transversal em conjunto com os restantes Temas Estratégicos.
Passo agora ao Tema Estratégico da Economia Local aproveitando a abordagem por ti realizada neste blog. Este Tema é sem dúvida importantíssimo e terá que ter estudo transversal com todos os outros. Novamente se impõe construir uma radiografia da distribuição de Recursos e rendimentos e da saúde da nossa Economia Local:
- Como estão distribuídos os nossos Recursos Humanos?
- Onde está e qual a origem do Produto Interno Bruto (P.I.B.) do nosso Concelho actualmente?
- Em que Temas Estratégicos os nossas Gentes estão a procurar os seus rendimentos actualmente?
- Como estão os nossos Empresários a olhar o futuro económico dos seus projectos?
- Os nossos Empresários equacionam de alguma forma a diversificação dos seus negócios?
- Como se encontra o nosso Comércio Tradicional?- Qual o futuro dos nossos Funcionários Públicos?
- Que impacto vai ter a restruturação da Função Pública nas nossas Gentes?
- Onde estão investidos os nossos Agricultores?
- Quem é a concorrência das nossas Gentes e Empresas?
- A que forma de rendimento estão afectos os cerca de 292,00 Km2 de área do nosso Concelho?
- Que apoio técnico têm as nossas Empresas, os nossos Comerciantes, Agricultores, Construtores Civis, Empresas de Obras Públicas, o próprio Tema do Turismo, etc?
- Quais são os nossos Recursos, como estamos a fazer a sua gestão e como estão distribuídos?- Onde estamos com o nosso Investimento Público?
- Como estão os nossos Recursos Hídricos? Uma parte já tem gestão privada, mas e a restante?
- Onde estamos no que toca aos Temas Estratégicos de Desenvolvimento?
- Como é a relação das instituições financeiras com os nossos Agentes Económicos e com a nossa Economia Local?
Poderia continuar com mais perguntas sobre onde estamos actualmente na perspectiva económica local para desde logo poder responder NÃO SEI. Este tema nunca foi estudado com a abrangência que a sua importância exige, dado o impacto que tem na vida das nossas Gentes. Saber como devemos gerir os nossos Recursos no futuro é um dever, uma obrigação e um compromisso para com os nossos Agentes Económicos e para com as nossas Gentes.
Acontece pórem - e disso tenho a certeza - que a actual conjuntura económica global está a afectar as nossas Gentes, pelo que este Tema, para além de oportuno, deveria ter uma resposta imediata desde já com medidas de ajuda. A actual conjuntura vai dar lugar a restruturações nas empresas, no sector público e nos Agentes Económicos em geral. Está o nosso Concelho preparado para responder a estes desafios?
Este meu exercício tem por objectivo delinear uma estratégia, criar objectivos e definir instrumentos que nos permitam passar à fase de implementação. Se isto não for conseguido, ficamos pelos menos a conhecer melhor as nossas potencialidades e debilidades e por isso o nosso concelho e as suas Gentes. Creio que só por si já vale a pena.
Recordo novamente o comentario anónimo “o problema é que para tomarem medidas dessas teriam que sentir o problema das pessoas”. Eu afirmo que sómente conseguiremos criar um projecto digno se no centro desse projecto estiverem as PESSOAS.
AO TRABALHO.
Um abraço ao Fernando Lopes e a todos os que têm participado neste blog.
Até breve,
Aires do Amaral"

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Nós por cá(IV)

Estas imagens demonstram mais um caso insólito nos passeios da EN331, que circundam a cidade de Mêda.

Este facto foi "denunciado" em tempo útil, (no início da colocação dos sinais) numa das últimas assembleias municipais, pelo senhor deputado Marcolino Pimentel, obteve rapidamente a seguinte resposta do senhor presidente, Dr. João Mourato:" não tenho conhecimento de tal facto, mas irei averiguar o que se passa..."
Na verdade, é mais uma prova da falta de sensibilidade de quem gere o nosso concelho para com as pessoas, já que foi mais uma "denúncia" que caiu em saco roto.
Os problemas desta tamanha insensibilidade afectam as pessoas que se deslocam em cadeira de rodas e/ou pessoas que transportam carrinhos de bebés, uma vez que os referidos sinais se encontram, mesmo, no meio dos passeios.

Eu até avisei...

domingo, 25 de janeiro de 2009

Sporting de Mêda regressa às vitórias


Numa tarde domingueira de muito frio e chuva, o nosso Sporting de Mêda lá nos deu mais uma alegria ao vencer, por 2 bolas a 0, a equipa do Vilanovense.
Um jogo onde o nosso guarda-redes Carlitos foi quase um espectador, dado os poucos ataques da equipa visitante.
O momento do jogo foi sem dúvida o golão marcado por "Gato" aos 15 minutos da primeira parte. O segundo golo foi aos 30 minutos da segunda parte, na transformação de uma grande penalidade por aquele que é o melhor jogador da distrital: "Batata".
Aproveito esta oportunidade para felicitar toda a "massa" associativa, na pessoa do seu presidente, o meu amigo Zé Ambrósio que, durante estes vários anos, sempre soube dizer presente em todos os jogos da "nossa" equipa.
É por termos sócios/adeptos, direcção, equipa técnica e um conjunto de jogadores de alto gabarito que o Sporting Clube de Mêda está cada vez mais campeão...

P.S.: atenção às equipas de arbitragem pois mais uma vez pareceram-me muito tendenciosas!

Eu até avisei...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Mais um bom exemplo...


Sérgio Carrinho, presidente da Câmara Municipal da Chamusca (CDU), disse hoje à agência Lusa que desde o Verão que se nota uma quebra acentuada nas obras particulares, pelo que a autarquia teve que antecipar uma série de pequenas obras que tinha previsto realizar só este ano, de forma a garantir a sustentabilidade daquela dezena de empresas.
Além da antecipação das pequenas obras, de acordo com um caderno de prioridades definido com as juntas de freguesia do concelho, a autarquia decidiu fazer um «desconto» de 10 por cento em todas as taxas, tarifas e licenciamentos da sua responsabilidade, permitindo ainda que o licenciamento de loteamentos, edifícios para habitação ou actividade económica possa ser pago em prestações (três até 1.000 euros, seis a partir dos 1.001 euros).
Por outro lado, nas operações de loteamentos habitacionais ou industriais, substitui as garantias bancárias pela afectação de lotes para o município, dispensando a garantia bancária na adjudicação de obras municipais ao nível do solo até 200.000 euros.
A autarquia tem ainda privilegiado a adjudicação directa de obras que não carecem de concurso público a empresas locais, além de ter reduzido a derrama de 1,5 para 1,25 por cento e o imposto municipal sobre imóveis de 0,7 para 0,6 para os prédios urbanos antigos e de 0,4 para 0,3 para os prédios urbanos novos avaliados, afirmou.
Frisando que estas medidas implicam um «grande sacrifício das finanças» de um município já de si com grandes dificuldades, Sérgio Carrinho afirmou que não são só os salários de 60 a 70 pessoas que estão em causa, mas um conjunto mais lato, já que os materiais para as empresas provêm de pequenos fornecedores locais, também eles afectados pela redução de obras.
Sérgio Carrinho adiantou que, em reuniões mensais com as juntas de freguesia, são analisadas as prioridades definidas e que, se a situação se complicar, a autarquia terá que dar atenção ao «absolutamente prioritário», podendo vir a, eventualmente, adoptar outras medidas.
É indubitavelmente uma boa medida, levada a cabo por mais uma autarquia, para evitar que empresas de construção civil entrem em colapso financeiro no seu concelho. Apelo aos nossos autarcas para as analisarem, e quiçá implementarem-nas.
Eu até avisei...