sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Parabéns TVI 24!


«Será um canal credível, plural e independente. Numa altura de crise e insegurança, a matéria-prima não vai faltar»

Aguardo, expectante, os resultados!

Eu até avisei...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

" Amendoeiras em Flor"


Todos os anos, em Fevereiro e Março, o nosso concelho fica ainda mais bonito, a "mãe natureza" veste-o de branco e rosa para receber quem nos visita.

Que pena não sabermos "tirar" mais dividendos das maravilhosas paisagens que esta região nos oferece!!!
Eu até avisei...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Bom...mas já vi melhor!


Jamal Malik tem 18 anos de idade, vem de uma família das favelas de Mumbai, Índia, e está prestes a experimentar um dos dias mais importantes de sua vida. Visto por toda a população, Jamal está a apenas uma pergunta de conquistar o prémio de 20 milhões de rúpias na versão indiana do programa televisivo “Who Wants To Be A Millionaire?”

No entanto, no auge do programa, a polícia prende o jovem Jamal por suspeita de trapaça.

A questão que paira no ar é: como um rapaz das ruas pode ter tantos conhecimentos. Desesperado para provar sua inocência, Jamal conta a história da sua vida na favela - onde ele e o irmão cresceram -, as aventuras juntos, o "privar" com gangues e traficantes de drogas e até mesmo o amor por uma rapariga.

“Quem quer ser bilionário?” ganhou oito óscares na noite deste domingo (22/02), recebendo, assim o reconhecimento de Hollywood.

Venceu nas categorias: melhor filme, director, roteiro adaptado, fotografia, mixagem de som, edição, trilha sonora original e canção original.

Na minha opinião, este filme merece, sem dúvida, destaque em relação aos demais.

No entanto, não posso deixar de confessar que esperei que o reconhecimento de Hollyood fosse para "O rapaz do pijama às riscas".

Este, muito mais do que um filme, ensina-nos uma verdadeira lição de vida que deverá ser por nós transmitida entre gerações e jamais esquecida.

E, apenas porque "... nada poderá voltar a acontecer. Não nos dias de hoje, não na época em que vivemos".

Vale a pena pensar nisto!

Eu até avisei...

sábado, 21 de fevereiro de 2009

"O Perfume do Poder"


No ano de 2004 fui nomeado pelo Senhor Presidente da Câmara, Dr. João Mourato, seu Chefe de Gabinete, cargo que ocupei até 2008, altura em que, como sabem, me demiti.

Desde então, até hoje, muitos acontecimentos suscitaram críticas, construtivas e destrutivas e, assim, surge este blog, com o qual pretendi criar um espaço “nosso”, isto é, um espaço de cidadania, sendo que, cada vírgula de todos os “post” por mim editados zelam o dever de reserva ao qual fiquei vinculado desde o primeiro momento de exercício do cargo supra mencionado até sempre.

Assim, consciente e propositadamente, guardarei para mim episódios, acontecimentos e citações, susceptíveis de lesar a privacidade de cada um em particular e de todos no geral.

Depois de ter referido as minhas limitações éticas, sinto-me com legitimidade para, em consciência, divulgar o que é do meu conhecimento e experiência profissional sobre o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Mêda, Dr. João Mourato, salientando, antes de mais que o respeito, a lealdade institucional e humana (mas nunca a subserviência) foram, e são para mim, dois vectores primordiais dos quais muito me orgulho de ter “imprimido” na referida função.

O Sr. Presidente, Dr. João Mourato, foi durante todo o tempo em que o segui de perto, essencialmente, um político sério cujo desejo inabalável era o poder, isto é, o seu lugar, em qualquer circunstância e/ou momento nunca foi o limite de um círculo mas o seu centro /com tudo e todos a girar à sua volta.

Esta característica do Sr. Presidente dificultou e, muito, a comunicação e/ou o trabalho desenvolvido com o mesmo, pois a aproximação daquele ao “outro” seja ele quem fosse sempre, a partilha de ideias, projectos, saberes, preocupações e, até sentimentos – pese embora todos os esforços por mim desenvolvidos – sempre foram praticamente nulos.

Daqui, ressalvo, claro os famosos anos eleitorais, durante os quais “tudo valia e/ou vale”.

Atitude que, com o devido respeito, nada o beneficiou e/ou beneficia enquanto presidente de câmara.

Foi e/ou é talvez dos políticos que conheço – e/ou conheci – em toda a minha vida aquele, que mais capacidade tem em resistir à dor, ao sofrimento e à crítica dos seus adversários políticos, e não só.

Realça-se a capacidade – acima da média – de transformar derrotas em vitórias, e vitórias em derrotas se estas, forem dos seus colaboradores ou adversários (se bem que nunca cheguei a entender, se para o mesmo este são sinónimos ou antónimos).

De negativo revelou, não raras vezes, falta de capacidade de trabalho, de organização, de planeamento, de rigor, de isenção, de projecção.
A sua maior dificuldade se não mesmo incapacidade foi, sem dúvida a “gestão de pessoas” o que, claramente, se reflecte no estado deplorável e de “anarquia” em que se encontram (com uma ou outra excepção) todos os serviços da nossa autarquia.

Outro aspecto, a meu ver negativo, da gestão autárquica do Sr. Presidente é, sem dúvida, a falta de confrontação de quem lhe faz chegar “mensagens” completamente desvirtuadas da realidade.

Na verdade, não me recordo – não por vício de memória mas por inexistentes –, ter visto o Sr. Presidente chamar, um qualquer funcionário, que tenha sido alvo de alguma “injúria e/ou difamação” a nível profissional ou mesmo pessoal, para apurar a verdade dos factos.

Bem pelo contrário.

A imparcialidade, a conduta pautada pela rectidão e pela descoberta da verdade dos factos, nunca foram, a meu ver, o essencial para o Sr. Presidente, motivo pelo qual, não me restam dúvidas que pessoas sem valores e/ou capacidades, mentirosas e intriguistas são e serão as mais valorizadas pelo Sr. Presidente da nossa autarquia, que julga e age, sempre, pelo que ouve o que, como todos sabemos raramente corresponde à verdade.

Continuará esta velha estratégia a funcionar? Acho que não!

Cumpre-me, assim, deixar aqui uma nota de agradecimento talvez até admiração a alguns, bons funcionários, políticos ou colaboradores que a nossa autarquia ainda tem.

Na minha opinião foram e são devidamente “desaproveitados”, por questões de “intriga política”, e conveniência de outros (poucos) que são péssimos funcionários/colegas mas, felizmente identificados, por todos os que são óptimos profissionais e que, nestes três anos, me ajudaram e, por vezes até, aturaram.

E este agradecimento, serve também para lembrar o Sr. Presidente que a palavra “obrigado” existe e é bonita de dizer, ouvir e sentir quando sincera.

O Sr. Presidente que conheci alimenta-se do “perfume do poder” sempre com o mesmo objectivo: mais poder.

Este é um “perfume”que embriaga e distrai e que, quase por regra, torna as pessoas insensíveis e incapazes sequer de perceber que, à sua volta, se movimentam seres humanos, com vidas próprias, famílias, dificuldades, felicidades e pequenos prazeres, tão importantes, às vezes, como as grandes conquistas.

Os aspectos negativos supra mencionados não desvanecem contudo a enorme capacidade intelectual, de alguém cuja passagem pela política autárquica do nosso concelho nunca, por mim, e eventualmente outros, será esquecida e que, além do mais fez muita e boa obra, graças às quais, ganhou seis eleições autárquicas.

Assim, sem necessidade de mais considerandos sobre o Presidente e homem que conheço e atendendo à conjuntura política futura, será até muito fácil, para mim, prognosticar, sem grandes hesitações, uma não recandidatura, do mesmo às autárquicas de 2009.


Espero desta forma linear, ter esclarecido, um pouco mais, as motivações que fundamentaram o meu pedido de demissão.

Ainda bem que o fiz, até para eu próprio perceber que há mais vida para além da política, e que a actividade no sector privado é tão ou mais aliciante que a vida pública, e, assim, deixando o lugar disponível, para outros, que, eventualmente, consigam melhorar ou alterar, o que de mal vai naquela câmara.

Faço aqui ”mea culpa” por não o ter conseguido, pelo menos, em tempo útil do “eu”.

Termino, por agora, com esta dúvida: ter a coragem de sair de um lugar e dar a oportunidade a outros para fazer o que percebi já não conseguir será “cuspir no prato onde comi”?

Eu já sei a resposta.

Para muitos o tempo responderá.

Até lá serei apenas um eleitor atento.

To be continued…

Eu até avisei…

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Almirante Gago Coutinho...


Carlos Viegas Gago Coutinho

Um dos aviadores que "deu" nome à nossa Avenida principal faz hoje 50 anos que faleceu.

Deixo aqui parte dos seus dados biográficos.

"Nasceu às 3:30h da madrugada, no bairro lisboeta da Ajuda. De família humilde, não pode frequentar, como desejava, o curso de Engenharia na Alemanha e ingressou, aos 17 anos, na Marinha Portuguesa, onde progrediu rapidamente.
Distinguiu-se como cartógrafo e geodeta a partir de 1898, quando de sua primeira comissão em Timor. Até 1920 levantou e cartografou não apenas aquele território mas também o de São Tomé e Príncipe, o de Angola e o de Moçambique, estabelecendo vértices geodésicos e determinando coordenadas em missões científicas onde conseguia precisões notáveis, devido ao seu rigor e dedicação à missão que lhe fora confiada. Respondeu pela delimitação definitiva da parte norte da fronteira entre Angola e Zaire.
No decurso destes trabalhos fez a pé a travessia da África, onde conheceu Sacadura Cabral. Este incentivou-o a dedicar-se ao problema da navegação aérea, o que levou ao desenvolvimento do sextante de bolha artificial, posteriormente comercializado pela empresa alemã Plath com o nome "Sistema Gago Coutinho"[1]. Juntos inventaram ainda um "corretor de rumos" (o "plaqué de abatimento") para compensar o desvio causado pelo vento. Para testar essas ferramentas de navegação aérea, realizaram em 1921 a travessia aérea Lisboa-Funchal.
Assim preparados, em 1922, no contexto das comemorações do centenário da Independência do Brasil, os dois aviadores realizaram a primeira travessia aérea do Atlântico Sul, sendo recebidos entusiasticamente em várias cidades do Brasil (Rio de Janeiro, São Paulo, Recife), bem como no regresso a Portugal.
Gago Coutinho recebeu largo reconhecimento devido a este feito, tendo sido condecorado com as mais altas e prestigiosas distinções do Estado Português, e várias condecorações estrangeiras.
Em 1954 a TAP convidou-o para um voo experimental ao Rio de Janeiro em um DC-4, antecipando a futura linha regular que se estabeleceria em 1961.
A partir de 1925 dedicou-se à História Náutica, tendo desenvolvido vasta obra de investigação científica, publicando significativa variedade de trabalhos geográficos e históricos, principalmente acerca das navegações portuguesas, como, por exemplo, "O Roteiro da Viagem de Vasco da Gama" e a sua versão de "Os Lusíadas". Vários de seus trabalhos encontram-se compilados na "Náutica dos Descobrimentos".
Como reconhecimento de sua obra, foi nomeado director honorário da Academia Naval Portuguesa em 1926, e distinguido como piloto aviador. Retirou-se da vida militar em 1939.
Correspondeu-se com grandes nomes da história da aviação da época como Alberto Santos Dumont, apoiou Sarmento de Beires e João Ribeiro de Barros.
Pertenceu ao Grande Oriente Lusitano da Maçonaria Portuguesa e foi sócio da Sociedade de Geografia de Lisboa, onde foi responsável por várias secções.
Foi elevado a Almirante no último ano de vida. Faleceu no dia seguinte a completar 90 anos."

Em grande...

Clique aqui:http://www.jsd.pt/index.php?option=com_seyret2&Itemid=44&task=videodirectlink&id=145

Têm de ter som. Está fantástico!!!

Parabéns, Pedro Rodrigues.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Curiosidades (II)


Que fará este "Outdoor" dos candidatos do PS nas Autárquicas de 2005, dentro do Estádio Municipal de Celorico da Beira?

Coincidência em ano eleitoral?

Fica a dúvida!

Eu até avisei...

Nada está perdido, mas...


Uma equipa como o nosso Sporting Clube de Mêda, que tem intenções de alcançar a 3ª divisão nacional, não se pode dar ao luxo, nesta fase crucial do campeonato, levar 4 a 1 do Sporting Clube Celoricense.
Assistimos a um jogo, com um sporting medense, sem garra e muito menos com espirito de campeões.
É verdade que apresentámos uma equipa muito "desfalcada", mas não é menos verdade que o celoricense é uma equipa bastante humilde, com parcos recursos financeiros, que luta apenas, para não descer de divisão.

Algo terá de ser feito, nesta equipa do SCM, sob pena, de no final do campeonato, lamentarmo-nos novamente, por não "sermos" campeões. Continuo a acreditar em todos, direcção, treinador e jogadores. "Temos", apenas, de ter mais atitude.

Ao Rebelo, "um grande senhor" do futebol distrital, o meu muito obrigado por tudo o que "deu" a este grandioso clube que é o SCM. Vai fazer muita falta à equipa...


Eu até avisei...

sábado, 14 de fevereiro de 2009