"O antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, defende que o Bloco Central é a melhor solução governativa após as eleições legislativas quando nenhum dos partidos alcançar a maioria absoluta.
Em entrevista ao Diário Económico, Jorge Sampaio considera que esta hipótese "pode ser uma realidade necessária" ao mesmo tempo que destaca a importância do governo PS/PSD na década de oitenta para resolver a crise económica e financeira.
Actualmente, com o mesmo cenário em perspectiva, o ex-presidente considera que pode ser necessária uma coligação para ultrapassar problemas e, assim sendo, um governo de coligação é, para Jorge Sampaio, a solução com mais solidez.
Esta é, no entanto, uma hipótese que os dois partidos rejeitam desde já com socialistas e sociais-democratas a dizerem que um governo de bloco central está completamente fora dos horizontes nos pós eleições legislativas.
O porta-voz do PS, Vitalino Canas, já disse à RTP que um governo de bloco central não é solução e garante que o Partido Socialista vai renovar o pedido de maioria absoluta e acredita que um governo de coligação seria "instável".
Já Paulo Rangel, líder da bancada do PSD no Parlamento, ouvido esta manhã pela RTP, recusou de imediato essa hipótese por considerar que o seu partido quer "vencer as eleições".
Paulo Rangel considera ainda que o bloco central não é viável considerando as enormes diferenças de estratégia que os dois partidos têm para o país. "
Em entrevista ao Diário Económico, Jorge Sampaio considera que esta hipótese "pode ser uma realidade necessária" ao mesmo tempo que destaca a importância do governo PS/PSD na década de oitenta para resolver a crise económica e financeira.
Actualmente, com o mesmo cenário em perspectiva, o ex-presidente considera que pode ser necessária uma coligação para ultrapassar problemas e, assim sendo, um governo de coligação é, para Jorge Sampaio, a solução com mais solidez.
Esta é, no entanto, uma hipótese que os dois partidos rejeitam desde já com socialistas e sociais-democratas a dizerem que um governo de bloco central está completamente fora dos horizontes nos pós eleições legislativas.
O porta-voz do PS, Vitalino Canas, já disse à RTP que um governo de bloco central não é solução e garante que o Partido Socialista vai renovar o pedido de maioria absoluta e acredita que um governo de coligação seria "instável".
Já Paulo Rangel, líder da bancada do PSD no Parlamento, ouvido esta manhã pela RTP, recusou de imediato essa hipótese por considerar que o seu partido quer "vencer as eleições".
Paulo Rangel considera ainda que o bloco central não é viável considerando as enormes diferenças de estratégia que os dois partidos têm para o país. "
Ando avisar para este cenário há mais de um ano.
E o tempo vai-nos dar razão.
Eu até avisei...

